A publicação da Fundación para la Difusión del Conocimiento y el Desarrollo Sustentable Vía Libre tem um aviso: Copie-me! Dê uma força pra eles.
Link para baixar na coluna do hermano Pablo Mancini.
Notícias e reportagens sobre os projetos Um Computador por Aluno (UCA), One Laptop Per Child (OLPC) e outras iniciativas de inclusão digital e democracia cibernética.
O que sai na mídia sobre aprendizado digital
quinta-feira, 8 de março de 2007
quarta-feira, 7 de março de 2007
Moodle: sugestão para formatação de aulas
Tem gente que acha o Moodle muito engessado, mas ele pode ser bastante livre na formatação de cursos. Isso pode levar a problemas de diagramação, já quem nem todos os professores têm cultura gráfica (quem usa folha de estilos do OpenOffice e Word?).
Uma dica é não "pirar" muito na formatação do texto e usar os estilos de texto HTML: Título 1 (H1) só para o título do curso, Título 2 (H2) para os títulos de cada aula , Título 3 (H3) para divisões internas em cada aula. A informação precisa ter hierarquia para indicar ao leitor o que ler primeiro.
Como exemplo, tem este meu cursos de Diagramação de Revista, cuja primeira aula pode ser acessada com a chave "revista01".
Eu modifiquei um pouco a folha de estilos normal do Moodle. mas o importante é definir a hierarquia do curso em HTML e não formatar "à mão". Só usar os estilos HTML. No máximo, negrito e grifo (fica bom negritar alguma expressão em cada parágrafo), sem abusar de cores, fontes, tamanhos de texto. Evitar o estilo "bilhete de seqüestrador.
Uma dica é não "pirar" muito na formatação do texto e usar os estilos de texto HTML: Título 1 (H1) só para o título do curso, Título 2 (H2) para os títulos de cada aula , Título 3 (H3) para divisões internas em cada aula. A informação precisa ter hierarquia para indicar ao leitor o que ler primeiro.
Como exemplo, tem este meu cursos de Diagramação de Revista, cuja primeira aula pode ser acessada com a chave "revista01".
Eu modifiquei um pouco a folha de estilos normal do Moodle. mas o importante é definir a hierarquia do curso em HTML e não formatar "à mão". Só usar os estilos HTML. No máximo, negrito e grifo (fica bom negritar alguma expressão em cada parágrafo), sem abusar de cores, fontes, tamanhos de texto. Evitar o estilo "bilhete de seqüestrador.
Reportagem sobre UCA na Zero Hora, Brasil
O projeto Um Computador por Aluno, do governo brasileiro, é matéria do jornal Zero Hora de Porto Alegre, Brasil, de 2007-02-07, em capa e página interna do caderno ZH Digital. Em destaque, os modelos XO do OLPC, Classmate da Intel e Mobilis da Encore. Matérias de Vanessa Nunes, fotos de Genaro Joner.
As páginas em formato jpeg estão aqui:
As páginas em formato jpeg estão aqui:
segunda-feira, 5 de março de 2007
Como chineses escrevem SMS?
A nota do JW "Festa chinesa teve 15 bilhões de torpedos" me atiçou a curiosidade: como os chineses escrevem mensagens de celular? Se escrever com 26 letras já é um parto, escrever com 30 mil caracteres deveria ser impossível. Ledo engano.
Dei uma googada. No artigo mais interessante e explicativo achei isto:
Dei uma googada. No artigo mais interessante e explicativo achei isto:
There are two common methods of entering Chinese text into mobile phones: using a sound-alike phonetic method built on Roman text, or by using keystrokes that follow the rules of how a pen writes Chinese characters.
Entre outras facilidades, as palavras chinesas têm, em média, 1,6 caracteres.
sexta-feira, 2 de março de 2007
Precisa-se: implementador de Xvid para OLPC XO
Em discussão na lista de desenvolvedores do projeto OLPC, debateu-se o compressor/descompressor de vídeo, o codec. O projeto usará o OGG/Theora OGG/Vorbis (OGG é o carro, Theora é o motor de vídeo. Vorbis será o motor de áudio).
Acontece que o Theora é um dos mais lentos codecs disponíveis no mercado. Ainda está na infância, não otimizado e cheio de bugs.
Eu perguntei sobre a possibilidade de se usar o Xvid, um concorrente do DivX, mas não comercial, de código aberto e livre. Inclusive a opção pelo Xvid está nas páginas da wiki OLPC. Nas minhas experiências, o Xvid é o codec mais eficiente no uso do processador e na qualidade do vídeo obtido. Por exemplo, eu gasto apenas 60%-70% do processador Sempron 2800+ para comprimir TV em tempo real com resolução completa: 640x480 pixels, 29,97 quadros por segundo, cor RGB, desentrelaçamento tomoscomp, codecs ffdshow/Xvid. Com o Theora, o processador vai a 100%, tranca todos os outros programas, e ainda perde metade dos frames. Outros codecs também elevam a 100% o uso doprocessador, embora não com tanta perda de frames.
Bem, acontece que o Xvid não tão é livre assim. Ele é compatível com MPEG4, e o MPEG4 é patenteado. Não por uma, mas por duas dúzias de empresas. Isto impede que seja usado em projetos nos EUA por questões legais.
Mas o Brasil e quase todos os países do mundo não aceitam patente de software. O Xvid poderia perfeitamente ser implementado no Brasil, depois que os computadores das crianças chegassem.
Não entendo muito de desenvolvimento de software, mas acho que precisaríamos de alguém que fizesse o codec funcionar em Fedora Core, integrado com o sistema de vídeo do XO, e criasse o instalador para distribuir os binários pela rede automaticamente. Quem se habilita?
Acontece que o Theora é um dos mais lentos codecs disponíveis no mercado. Ainda está na infância, não otimizado e cheio de bugs.
Eu perguntei sobre a possibilidade de se usar o Xvid, um concorrente do DivX, mas não comercial, de código aberto e livre. Inclusive a opção pelo Xvid está nas páginas da wiki OLPC. Nas minhas experiências, o Xvid é o codec mais eficiente no uso do processador e na qualidade do vídeo obtido. Por exemplo, eu gasto apenas 60%-70% do processador Sempron 2800+ para comprimir TV em tempo real com resolução completa: 640x480 pixels, 29,97 quadros por segundo, cor RGB, desentrelaçamento tomoscomp, codecs ffdshow/Xvid. Com o Theora, o processador vai a 100%, tranca todos os outros programas, e ainda perde metade dos frames. Outros codecs também elevam a 100% o uso doprocessador, embora não com tanta perda de frames.
Bem, acontece que o Xvid não tão é livre assim. Ele é compatível com MPEG4, e o MPEG4 é patenteado. Não por uma, mas por duas dúzias de empresas. Isto impede que seja usado em projetos nos EUA por questões legais.
Mas o Brasil e quase todos os países do mundo não aceitam patente de software. O Xvid poderia perfeitamente ser implementado no Brasil, depois que os computadores das crianças chegassem.
Não entendo muito de desenvolvimento de software, mas acho que precisaríamos de alguém que fizesse o codec funcionar em Fedora Core, integrado com o sistema de vídeo do XO, e criasse o instalador para distribuir os binários pela rede automaticamente. Quem se habilita?
quinta-feira, 1 de março de 2007
Riqueza, trabalho e venda de software
Só o trabalho produz riqueza. Duplicar software ou informação usa pouquíssimo trabalho, graças à tecnologia digital. A duplicação tem custo irrisório. Quando, em vez de vender serviço, se vende software ou informação, está se trocando algo que vale quase nada (pelas leis econômicas) e que não teve trabalho investido (pelas leis da Física) pelo trabalho que vale muito. Portanto, está se fazendo um enorme fluxo desequilibrado de capital, protegido por leis de copyright e patentes. Os legisladores que criaram estas leis receberam dinheiro de corporações para se elegeram e aprovarem tais leis.
Mesmo indo contra as leias da Física e da Economia, o imperialismo atual só se sustenta por leis criadas pelos poderosas corporações editoriais, de mídia e de software, contra os interesses da maioria da população. Esse tipo de lei leonina jamais passaria numa democracia direta.
Mesmo indo contra as leias da Física e da Economia, o imperialismo atual só se sustenta por leis criadas pelos poderosas corporações editoriais, de mídia e de software, contra os interesses da maioria da população. Esse tipo de lei leonina jamais passaria numa democracia direta.
Crítico do OLPC faz parceria com Microsoft
Wayan Vota é um dos maiores críticos do projeto OLPC. Equivocada ou não, toda crítica é sempre necessária para o aprimoramento das ciências, da sociedade ou de qualquer projeto. E para que nós mesmos vejamos nossos equívocos.
Wayan deveria refletir sobre suas críticas à fabricação do OLPC XO, por exemplo. Enquanto ele condena o fato que que o computador das criaças não será fabricado nos países compradores, ele faz, através de sua entidade GeekCorp, um acordo com a Microsoft para ensinar produtos Microsoft para libaneses.
Quiz dizer que desenvolver soluções locais só vale para hardware (coisa difícil), não para software (coisa fácil)?
Wayan deveria refletir sobre suas críticas à fabricação do OLPC XO, por exemplo. Enquanto ele condena o fato que que o computador das criaças não será fabricado nos países compradores, ele faz, através de sua entidade GeekCorp, um acordo com a Microsoft para ensinar produtos Microsoft para libaneses.
Quiz dizer que desenvolver soluções locais só vale para hardware (coisa difícil), não para software (coisa fácil)?
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